Bloco K e a relação da automação de processos com as soluções Sensus

Assunto de grande relevância e bastante disseminado em nossos artigos, o controle de estoque com alta acuracidade é vital para entrega das informações do Bloco K da EFD ICMS/IPI, com o mesmo nível de importância das informações referentes à industrialização.

Mas como garantir dados precisos de estoque e industrialização a serem entregues ao fisco? Com a transformação digital, no uso inteligente de tecnologia pela automação de processos.

A tecnologia associada aos processos permite à empresa a tomada das melhores decisões estratégicas, táticas e operacionais, e, quando focamos na industrialização, é importante a visão do todo, dando a ênfase necessária na busca de soluções integradas a cada etapa do fluxo que a compõe, desde a aquisição dos materiais, passando pela industrialização e chegando até a obrigação fiscal.

O OCTOPUS é a solução desenvolvida pela SENSUS que reúne os módulos Coleta de Dados, Manufatura (MES) e Checklist, fundamentais para a automação de atividades diárias no chão de fábrica e no backoffice.

A aplicabilidade dos módulos se complementa num ciclo funcional, atuando de forma avançada na captura de informações, com registro de conferências facilitadas e com excelência na integração Máquinas X Processos x ERP, gerando melhores controles na cadeia produtiva, e obtendo saldos corretos pelo consumo dos materiais, a movimentação do estoque e os reportes de produção.

Com o Octopus Manufatura (MES – Manufacturing Execution System), além da empresa gerenciar a produtividade, a qualidade e a eficiência das máquinas, assim como as customizações nos terminais de apontamento e as integrações com outros sistemas, também conta com a efetividade no processo produtivo através do controle de quantidades reportadas e produzidas, refugos e perdas registrados nas Ordens de Produção, e automatiza a integração entre a produção e a atualização das contabilizações, controle de estoque e industrialização, essenciais para o Bloco K.

O módulo Octopus Coleta de Dados informatiza a operação com o uso de um coletor, tablet ou smartphone, controlando a movimentação do estoque na recepção, conferência, armazenamento, inventário, separação, embalagem e expedição dos produtos de forma integrada ao ERP, inclusive sendo possível trabalhar off-line, garantindo melhor performance e menor custo operacional.

E, para garantir o planejamento e eficácia da operação, o módulo Octopus Checklist apoia as equipes e linha de produção na vistoria e validação de equipamentos, maquinário e veículos, conservação e limpeza de embalagens ou produtos recebidos, registros de inspeção da qualidade, entre outras funcionalidades.

Este conjunto de soluções torna o OCTOPUS uma importante ferramenta para a empresa adquirir otimização operacional e financeira, composta pela evolução tecnológica com a utilização do conceito IoT (Internet of Thinks), conectando máquinas aos dispositivos e sistemas, pela usabilidade das soluções e pela integridade de dados, que garantem, além do compliance fiscal, toda a administração das informações pelo ERP.

 

Rodrigo Latari Neves, formado em Administração com Ênfase em Análise de Sistemas pela FASP – Faculdades Associadas de São Paulo. Atuo há mais de 20 anos em consultoria e desenvolvimento de softwares, focados nas áreas de Obrigações Fiscais, Contábil, Faturamento e, mais recentemente, RPA (Robotic Process Automation).Tenho me dedicado a entregar com excelência a análise dos requisitos, documentações de especificações funcionais, quality funcional, planejamento de roadmaps e releases, apoio ao times comerciais em pré e pós-venda, gerenciamento de projetos e gestão de pessoas.

Conciliação de informações SPED Fiscal versus o Controle de Estoque

Quando o assunto é Bloco K, o foco na acuracidade do controle de estoque dos itens escriturados na EFD ICMS/IPI é a chave para definir que tipo de relacionamento a empresa vai manter com o fisco. A aderência à escrituração completa do Bloco K pelos estabelecimentos industriais ou equiparados e atacadistas, tem sido gradativa, porém, e não à toa, a RFB tem priorizado a entrega dos registros K200 e K280, ou seja, Estoque Escriturado e Correção de Apontamento de Estoque Escriturado, respectivamente.

Aprofundando a análise sobre os dados transmitidos, é um grande risco ignorar o fato de que as informações dos saldos dos itens serão comparadas pelo fisco e, para isso, medidas preventivas podem auxiliar a empresa na organização e gestão do processo produtivo e controle fiscal.

O alinhamento entre os setores de Manufatura, Estoque, Faturamento, Recebimento e Obrigações Fiscais da empresa é o primeiro passo, constatado pelo novo cenário fiscal trazido pelo Bloco K. Atenção à escrituração na EFD com os itens que demandam fator de conversão de unidade de medida, e atenção redobrada nas movimentações de itens entre filiais e depósitos/armazéns da empresa, assim como materiais em poder de terceiros e vice-versa, também fazem parte do controle essencial em que os setores devem atuar.

Mas o que mais pode ser feito para prevenir divergências de saldos dos itens?

Considerando que o saldo do item é composto por suas movimentações no Estoque (registro K200 e Bloco H), registrados FISCALMENTE nas Notas de Entrada e Saída de Mercadorias (Bloco C) e FISICAMENTE pela produção e requisição dos materiais (Bloco K), podemos afirmar que toda a comprovação destas movimentações está escriturada no arquivo da EFD. Será?

Como saber se está realmente comprovado e o saldo das movimentações está coerente com o informado no K200 – Estoque Escriturado e, posteriormente no Bloco H – Inventário Físico? A solução é o desenvolvimento de rotina sistêmica de conciliação das informações.

A Totvs linha Datasul, por exemplo, disponibilizou aos seus clientes o Relatório de Conciliação Saldo Bloco K vs SPED Fiscal, que é gerado em tempo de execução do arquivo EFD ICMS/IPI. A rotina foi desenvolvida desta forma porque, após a integração dos dados dos módulos de origem das informações (Manufatura, Estoque, Obrigações Fiscais) para o módulo de Layout Fiscal (gerador dos diversos arquivos magnéticos, entre eles a EFD ICMS/IPI), os usuários contam com tabelas de apoio para definições de regras e digitação de informações essenciais que vão compor o arquivo a ser transmitido, inclusive digitações que atendem ao Bloco K. Ou seja, o relatório é extraído a partir da fotografia real do que será impresso no arquivo.

A dinâmica do relatório funciona assim:

à Coleta das informações de movimentos fiscais de Entrada e Saída que vão compor o Bloco C, representados pelos registros C100, C170, C370, C800, C860, C510 e, também, D510 para evidenciar inconsistência de negócio.

à Coleta dos dados de movimentos de industrialização representados nos registros K, que comprovam a ENTRADA no Estoque dos itens Produzidos, Transferidos, Reprocessados ou Desmontados, e a SAÍDA no Estoque dos itens Consumidos na produção, Transferidos, Reprocessados ou Desmontados, além dos registros K220 (Outras Movimentações Internas de Mercadoria) e K280 (Correção de Apontamento), em suas movimentações de E/S de estoque.

à As informações coletadas geram o SALDO de cada Item e são conciliadas com a informação escriturada para o mesmo item no registro K200, evidenciando quando ocorre a divergência de valores.

à Todas as informações são gravadas em tabelas específicas e ficam à disposição dos usuários para consulta em tela ou extração para planilhas, com visões sintéticas e detalhadas.

Então, vem o mais importante: a dinâmica do processo de correção!

A empresa tem a informação as divergências em mãos, mas, muitas vezes não tem braço, tempo, conhecimento e, até mesmo, sinergia entre os setores para aplicar as correções necessárias e sanar as diferenças apresentadas.

Os clientes da SENSUS TECNOLOGIA podem contar com os serviços da consultoria especializada para apoiar nesta jornada, desde as primeiras verificações de saneamento de cadastros e divergências apontadas pelo programa LF0227 – Relatório Auxiliar EFD ICMS/IPI – Bloco K, revisão e adequação nos PROCESSOS de manufatura, estoque e operações fiscais, análise e interpretação das diferenças de saldos geradas no relatório de conciliações e, até mesmo, na criação de rotinas específicas para outras conciliações, garantindo informações íntegras transmitidas ao fisco.

 

Rodrigo Latari Neves, formado em Administração com Ênfase em Análise de Sistemas pela FASP – Faculdades Associadas de São Paulo. Atuo há mais de 20 anos em consultoria e desenvolvimento de softwares, focados nas áreas de Obrigações Fiscais, Contábil, Faturamento e, mais recentemente, RPA (Robotic Process Automation).Tenho me dedicado a entregar com excelência a análise dos requisitos, documentações de especificações funcionais, quality funcional, planejamento de roadmaps e releases, apoio ao times comerciais em pré e pós-venda, gerenciamento de projetos e gestão de pessoas.

Bloco K: Saneamento de dados (Produto Acabado, Insumos Requisitados e Cadastro de Itens)

2024 chegou e um novo grupo de estabelecimentos industriais ou equiparados e atacadistas, adere à entrega dos dados do Bloco K do SPED EFD ICMS/IPI, atendendo ao escalonamento disposto pela CONFAZ e a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil de acordo com seu CNAE.

Para este grupo, para o grupo de CNAEs que entrará em 2025 e, principalmente, aos estabelecimentos que já estão entregando mensalmente a obrigação fiscal, é extremamente importante o cuidado no saneamento prévio dos dados informados no Bloco K, o bloco de informações da EFD referente aos Registros de Controle da Produção e do Estoque.

Sempre que o assunto é obrigação fiscal, especialmente quando tratamos de EFD – Escrituração Fiscal Digital, temos sempre que nos atentar à expectativa do governo com relação aos prazos e precisão das informações entregues, e, estar cientes de que com essa realidade, os Auditores Fiscais possuem ferramentas que facilitam a conciliação dos números e dados fornecidos.

Hoje, vamos falar sobre a primeira ação que a empresa deve tomar para ter sucesso na entrega das informações do Bloco K: o saneamento de dados.

De forma bem sucinta, no Bloco K serão demonstrados os materiais produzidos pela empresa, os insumos consumidos para sua produção e a escrituração do estoque de cada item neste processo. Desta forma, um insumo, por exemplo, que tenha sido consumido para aquela determinada produção, e que não esteja com sua quantidade corretamente escriturada no estoque, gera uma diferença de estoque. Assim, o que não for comprovado na movimentação física (Bloco K), deve ser comprovado fiscalmente (Bloco C).

Por isso, o saneamento dos dados é primordial. O foco está nas informações essenciais, que são diretamente cruzadas no momento da entrega da obrigação fiscal, quando o arquivo do SPED é submetido à validação:

O registro 0200 pertence ao Bloco 0 (Abertura, Identificação e Referências [CADASTROS]) da EFD e se relaciona diretamente com os registros do Bloco K e é nele que informamos, dentre outros dados, o Tipo do Item, que é onde a empresa classifica o uso de material ou insumo.

Conforme a classificação informada, ocorrerá o cruzamento das informações e, caso seja incoerente para o sistema validador, poderá ser retornado como erro e o arquivo inteiro da EFD ICMS/IPI impedido de ser enviado.

 

Tipo de Item utilizado no Bloco K e seu uso esperado pela RF

 

00 – Mercadoria para Revenda: Mercadoria não resultante de industrialização

01 – Matéria-Prima :Proveniente de compra (NF de entrada) ou resultante de industrialização (NF de transferência)

02 – Embalagem: Não resultante de industrialização

03 – Produto em Processo: Resultante do processo produtivo, pronto para ser consumido em outra fase de produção

04 – Produto Acabado: Produto resultante do processo produtivo que está pronto para ser vendido

05 – Subproduto: Material oriundo do processo produtivo

06 – Produto Intermediário: Consumido na industrialização, mas não compõe o resultante – informado no registro K200

10 – Outros insumos: Adquirido, que compõe o produto resultante e é diferente de matéria prima e embalagem

 

Não utilizado na industrialização (Bloco K)

07 – Material de Uso e Consumo

08 – Ativo Imobilizado

09 – Serviços

99 – Outras

 

Assim, caso um produto A seja feito de um insumo B que esteja classificado como 00, 06 ou 07, por exemplo, será retornado um erro pelo validador.

Existem diversas situações, também, que geram dúvidas e a página do http://sped.rfb.gov.br/ mantém atualizada as perguntas frequentes sobre o tema, como por exemplo:

  1. a) Um mesmo material possui duas classificações. Como definir um tipo? Resposta RFB: classificar pelo uso mais comum/de maior relevância
  2. b) A empresa produz Embalagem. Como classificar? Resposta RFB: como 04 pois é o produto acabado.

 

É importante verificar se houve consumo de produtos, materiais e insumos que não tenham sido efetivamente requisitados nas Ordens de Produção, pois nesta situação, acabará sendo demonstrado o saldo em quantidade referente a este item no registro K200 divergente da escrituração nos demais registros do SPED (Bloco C – movimentação fiscal ou Bloco K – movimentação de produção).

Outra situação de alerta ocorre quando o item é requisitado normalmente na OP, porém, por algum detalhe de parametrização no ERP, por exemplo, não seja gerado como uma informação no Bloco K.

 

Também é muito importante verificar se houve produtos, materiais ou insumos que não tenham tido a baixa registrada no estoque, por algum motivo sistêmico (exemplo parâmetros) ou falta de ação dos usuários (exemplo emissão de NF de extravio), mas que tenham efetivamente sido consumidos, perdidos, extraviados, roubados ou deteriorados.

Outra situação oposta que encontramos, mas que resulta no mesmo tipo de divergência, ocorre quando o item é baixado, porém não possui a movimentação física da produção (Bloco K) ou fiscal (Bloco C) comprovada.

Nestes casos mencionados para o segundo e terceiro saneamento, deve-se sempre considerar o período para a análise e a empresa deve procurar corrigir previamente as informações na origem, antes da geração e entrega do arquivo do SPED, pois, para casos assim, o validador da Receita Federal não aponta diferenças de conciliação de valores entre registros e o arquivo será transmitido com divergência de saldos.

IMPORTANTE: Ao perceber que entregou informação incorreta, a empresa tem a possibilidade de apresentar a correção da informação pelo registro K275 em período subsequente, sem a necessidade de retificação do arquivo SPED, desde que informados entre o levantamento de 2 inventários (registro H005)!

Na Linha Totvs Datasul, observando a necessidades dos saneamentos essenciais, foram adaptadas rotinas para facilitarem as correções e criados relatórios de apoio para análise prévia por parte da empresa, antes da integração dos dados do módulo de manufatura para o módulo de obrigações fiscais, onde será gerado o SPED.

No caso do cadastro do item e sua classificação do Tipo de Item, as correções devem ser efetuadas nos programas CD0157 (Cadastro Item x Estabelecimento Bloco K) ou CE0106 (Manutenção Itens Estoque). Como facilitador, foi desenvolvido o programa OF1495 (Atualização Tipo do Item) que permite efetuar o download das informações dos itens em planilha, efetivar as correções de TIPO DE ITEM de forma massiva e efetuar o upload dos dados.

Para auxiliar na análise do que deve ser corrigido para o Tipo de Item e diversas outras informações de movimentações e parametrizações, foi desenvolvido o programa LF0227 – Relatório Auxiliar EFD ICMS/IPI – Bloco K.

Veja as opções de relatórios do programa LF0227:

REL-1:   Produtos ACA identificados nas Ordens de Produção com Tipo de Item diferente de 03 – Produto em Processo e 04 – Produto Acabado

Relatório contendo lista de Produtos Acabados encontrados nas Ordens de Produção do período da seleção. São apresentados os itens que estão com Tipo do Item parametrizados diferente de 03 – Produto em Processo ou 04 – Produto Acabado.

REL-2:   Insumos/Componentes com Saldo Negativo no período

Relatório contendo lista de Insumos/Componentes consumidos nas Ordens de Produção do período da seleção, que apresenta saldo negativo entre a movimentação de requisições X retornos/devoluções.

REL-3:   Insumos/Componentes consumidos fora da Estrutura [não é mais necessário após a descontinuidade do registro 0210 – Consumo Específico Padronizado]

Relatório contendo lista de Insumos/Componentes consumidos nas Ordens de Produção do período da seleção, que não estejam cadastrados na Engenharia do Produto.

REL-4:   Ordem de Produção SEM requisição em qualquer período e COM produto ACA no período selecionado

Relatório contendo lista de Ordens de Produção do período da seleção, que apresentem produto acabado sem requisição de insumos no período de geração e anteriores.

REL-5:   Ordem de produção terminada COM requisição no período selecionado e SEM produto ACA

Relatório contendo lista de Ordem de Produção no período da seleção, que apresente requisição de insumos, mas não possua produto acabado.

REL-6:   Insumos/Componentes consumidos sem definição do tipo do item

Quando assinalado, indica a geração do relatório com os componentes que foram requisitados em ordens de produção durante o período, mas que não tem o tipo corretamente definido como 00, 01, 02, 03, 04, 05 ou 10 (CD0157 / CE0106).

REL-7:   Item Movimentado na ordem que não gera Bloco K

Quando assinalado, imprime os componentes que foram movimentados em ordens de produção durante o período, mas que não estão com a finalidade definida como “Industrial” no programa Manutenção Itens X Estab Faturamento (CD0147).

REL-8:   Item Movimentado na ordem com tipo de controle não considerado no estabelecimento

Quando assinalado, indica a geração do relatório com os itens que foram movimentados nas ordens de produção em que o tipo de controle do item não é considerado para o estabelecimento Manutenção de Parâmetros Obrigações Fiscais (OF0301).

REL-9:   Listagem das reclassificações de saldos

Quando assinalado, indica a geração do relatório com as reclassificações de saldo que ocorreram durante o período através do programa CE0222.

REL-10: Insumos/Componentes consumidos na ordem com quantidade igual a zero

Relatório contendo lista de Insumos/Componentes consumidos nas Ordens de Produção do período da seleção, que apresenta saldo com quantidade igual a zero, entre a movimentação de requisições X retornos/devoluções.

Outros trabalhos de revisão/análise e adaptações de processos efetuado por usuários Totvs Datasul:

No Datasul é comum o cliente trabalhar com a requisição total do material efetuando a baixa no estoque e seu consumo efetuado ao longo do processo, porém, para o SPED Fiscal é esperada a informação efetiva de produção e consumo de insumos para esta produção, o que pode gerar problemas futuros de fiscalização para o cliente.  Não há solução sistêmica para esta demonstração no Bloco K, ou seja, se o cliente requisitou 20 insumos e utilizou ao longo de 3 meses, serão demonstrados os 20 consumidos no primeiro mês e nenhum consumido nos demais. O ideal é que o cliente adote práticas diferentes de processo produtivo para não gerar esta divergência!

O SPED não aceita valores negativos e, caso haja devolução de insumo maior que o seu consumo ou até mesmo ajustes a serem efetuados, o SPED entende que são erros de apontamentos e, consequentemente, devem ser corrigidos pelo registro K275 ou até mesmo o arquivo mais antigo ser retificado. Um exemplo disso foi exposto acima onde se requisita o total no primeiro mês e se consome parcial entre os meses (sem constatação do consumo); caso haja um cancelamento da Ordem de Produção, os insumos são devolvidos ao estoque e o relatório apontará o Saldo Negativo pela devolução maior que o consumo do insumo. Alterando o processo produtivo, o cliente deixa de correr o risco do Saldo Negativo do Insumo Consumido para os casos que não sejam resolvidos por ajustes.

E aí? seus dados estão saneados e prontos para uma análise aprofundada de conciliação de saldos? Este já é um assunto para outro artigo da SENSUS TECNOLOGIA!!

 

Referências:

https://www.confaz.fazenda.gov.br/legislacao/ajustes/2022/AJ025_22

http://sped.rfb.gov.br/estatico/38/22C37BE2CE82F67C1A161538F27551C2D8E7E9/Guia%20Pr%c3%a1tico%20EFD%20-%20Vers%c3%a3o%203.1.6.pdf

http://sped.rfb.gov.br/estatico/C9/894361B2792E488019AF886E5E1AD42398459C/Perguntas%20Frequentes%20-%207.4.pdf

 

Rodrigo Latari Neves, formado em Administração com Ênfase em Análise de Sistemas pela FASP – Faculdades Associadas de São Paulo. Atuo há mais de 20 anos em consultoria e desenvolvimento de softwares, focados nas áreas de Obrigações Fiscais, Contábil, Faturamento e, mais recentemente, RPA (Robotic Process Automation).Tenho me dedicado a entregar com excelência a análise dos requisitos, documentações de especificações funcionais, quality funcional, planejamento de roadmaps e releases, apoio ao times comerciais em pré e pós-venda, gerenciamento de projetos e gestão de pessoas.

 

Qual é o impacto do Bloco K na minha empresa?

Desde outubro de 2013, quando a Receita Federal do Brasil institui a entrega dos dados referente ao Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque por meio da escrituração digital no SPED Fiscal, hoje intitulado EFD ICMS/IPI, o mercado voltou sua atenção a uma obrigação fiscal que, até então, era pouco difundida, pois era atendida somente mediante intimação de um Auditor Fiscal da RFB.

No passado, todo o registro Contábil, Fiscal, Inventário e controle do Estoque e da Produção era efetuado de maneira impressa em Livros de Registros, regulamentados e oficializados junto aos órgãos. No final dos anos 90 e início da década de 2000, iniciou-se a era eletrônica de disponibilização destas informações, com a entrega mensal do Sintegra para os fatos fiscais e instruções normativas que regulamentaram leiautes específicos para a entrega de informações fiscais, contábeis, estoque, inventário, produção e folha de pagamento, mediante intimação do Auditor Fiscal da RFB.

Esse formato demandava um grande esforço tanto da empresa intimada, quanto do Auditor Fiscal designado, pois, apesar de validações iniciais aplicadas a conciliação das informações entregues era efetuada pela leitura e comparação destes livros impressos, relatórios sem padronização e solicitações paralelas dos auditores, como por exemplo, dados específicos em planilhas.

O SPED, Sistema Público de Escrituração Digital, é a evolução na informatização da relação entre o Fisco e o Contribuinte. O programa iniciou pela NF-e, SPED Fiscal, com a demonstração da apuração dos impostos e registro de inventário, e pelo SPED Contábil. Esta é a base que deu origem aos atuais 14 módulos de informações. E no módulo EFD ICM/IPI, está o Bloco K.

Com isso, as empresas vêm se adaptando a este cenário fiscal e investindo em tecnologias para automatizar, informatizar e, principalmente, melhorar seus processos, com o objetivo de manter dados mais precisos e conciliados, antes de disponibilizar à RFB.

Esta ação é essencial, pois, apesar das constantes alterações nos dados entregues no Bloco K que acompanhamos ao logo destes anos, o que nunca mudou é exatamente o núcleo duro: as informações da Produção precisam estar condizentes com o Estoque dos materiais, corretamente informados no Registro de Inventário e que não tiver comprovação de movimentação física na empresa, deve possuir a comprovação Fiscal.

Trazendo para o mundo da EFD, as informações da Produção serão representadas no Bloco K, o registro de Inventário e quantidade de estoque pelo Bloco H e registro K200, as movimentações de Notas Fiscais de Mercadoria no Bloco C, e as informações cadastrais do Item (produtos, mercadorias, insumos) no registro 0200.

 

Qual o impacto disso para a empresa?

 

Fica a cargo do contribuinte garantir que estas informações estejam corretas. Apesar das informações de erros e alertas reportadas pelo Validador EFD ICMS-IPI, após transmitir o arquivo EFD daquele período, o contribuinte não tem acesso aos resultados de conciliações de saldos entre os dados de Estoque e Inventário, bem como o cruzamento da Movimentação Fiscal dos materiais envolvidos. Dessa forma, a empresa fica no risco de entregar informações divergentes, caso não verifique previamente os dados.

Mas, conforme a Receita Federal, DIFERENÇA DE ESTOQUE para mais ou para menos, é OMISSÃO DE RECEITA (não escrituração contábil ou fiscal). Ou seja: SONEGAÇÃO.

A entrega de dados divergentes pode ocorrer por falhas sistêmicas, erros de cadastros e, principalmente, por problemas de processos. Assim, listamos algumas ações que a empresa pode tomar para evitar ou, até mesmo, mitigar as possíveis causas:

Exemplo de erros mais comuns, num cenário de um produto A feito de insumos B + C, sendo o item B classificado como 07 – Material de uso e consumo:

  1. O sistema pode ignorar a informação, gerando o arquivo sem demonstrar o correto consumo

K230|Acabado A

K235|Insumo C

Por consequência, o fisco recebe a informação incorreta do saldo do item, informada pelo registro K200.

  1. O sistema gera corretamente a informação de industrialização

K230|Acabado A

K235|Insumo B

K235|Insumo C

Porém ao submeter o arquivo ao Validador EFD ICMS-IPI, apresentará ERRO pela divergência encontrada versus o cadastro no registro 0200 do Insumo B, impedindo a transmissão. Neste caso é necessária a correção do dado da origem, nova geração do arquivo e validação.

Lembrando: informamos ao fisco o que e quanto produzimos, e, o que e quanto consumimos para esta produção. Sim, existem perdas normais de processo e a ficha técnica será apresentada ao Auditor Fiscal quando a ocorrência da intimação para entendimento, porém, quanto maior a acuracidade das informações, melhor demonstra o controle no processo e minimiza problemas com o fisco.

Adotar medidas sistêmicas de conciliação entre os dados permite que a análise de suas divergências e as ações corretivas garantam a precisão das informações e podem, inclusive, gerar a percepção da necessidade de alterar o processo de industrialização.

Se a empresa compra 50.000 parafusos e 50.000 porcas, vai consumindo durante a industrialização e não registra efetivamente quantos parafusos e porcas foram consumidos para a montagem daqueles determinados 7.000 produtos acabados, é bem provável que a empresa acabe informando de maneira incorreta o consumo na produção (Bloco K), o saldo mensal em estoque (K200) e no inventário (bloco H).

Quando falamos de adaptação de processos, significa, por exemplo analisar e modificar as transações físicas do item que não gerem requisição na Ordem de Produção e só gerem um movimento contábil posterior, ou por 2 litros de ácido que caiu no chão, e não foi gerada uma Nota Fiscal de Perda. Basicamente, devemos avaliar todos os processos que não gerem a rastreabilidade pelos registros da EFD ICMS/IPI.

Outros pontos de atenção que merecem revisão, são os ajustes de estoque, NFs simbólicas, sobras e sucatas, ordens de produção fantasmas, ordens de produção contra conta contábeis, além, é claro, da informação de produtos acabados ao longo dos períodos, feitos de insumos e/ou quantidades diferentes.

No ERP Totvs Datasul, o fluxo de geração do Bloco K foi desenhado prevendo dois momentos de análise preventiva, antes da transmissão definitiva do arquivo.

 

O programa LF0227 – Relatório Auxiliar EFD ICMS/IPI foi criado para que os usuários efetuem a análise de diferentes situações que impedem de gerar corretamente os registros no Bloco K, quando efetuada a integração dos dados Manufatura para o módulo Fiscal, pelo programa LF0228 – Geração Registros Bloco K.

Após efetivar as integrações de dados de Manufatura, Estoque e Notas Fiscais e Apurações de Impostos para o módulo MLF – Layout Fiscal, no momento da geração do arquivo da EFD ICMS/IPI o usuário pode escolher gerar o Relatório de Conciliação Saldo Bloco K vs SPED Fiscal. Este relatório é disponibilizado em tempo de execução da geração do arquivo por conta das informações nas tabelas de dados digitados, necessárias para o processo.

O relatório demonstra a conciliação do saldo do Item apresentado no registro K200, comparada a todo o movimento do mesmo Item nos registros fiscais (Bloco C) e registros de industrialização (Bloco K) que registrem entrada e saída do estoque, permitindo efetuar a análise e tomada de ação corretiva ou processual.

A consultoria especializada da SENSUS TECNOLOGIA tem a expertise para te ajudar em toda esta jornada! Conte com gente.

 

 

Rodrigo Latari Neves, formado em Administração com Ênfase em Análise de Sistemas pela FASP – Faculdades Associadas de São Paulo. Atuo há mais de 20 anos em consultoria e desenvolvimento de softwares, focados nas áreas de Obrigações Fiscais, Contábil, Faturamento e, mais recentemente, RPA (Robotic Process Automation).Tenho me dedicado a entregar com excelência a análise dos requisitos, documentações de especificações funcionais, quality funcional, planejamento de roadmaps e releases, apoio ao times comerciais em pré e pós-venda, gerenciamento de projetos e gestão de pessoas.

Octopus coleta de dados na migração do Totvs linha Datasul para SAP

Este documento apresenta dois casos de uso de clientes distintos: uma indústria de fabricação de MDF sediada em Curitiba e um Porto localizado em Itapoá. Ambos os clientes utilizavam o sistema Octopus coleta de dados para apontamento das atividades relacionadas à frota. Anteriormente, ambos utilizavam o sistema Totvs Linha Datasul para rastrear e registrar as atividades de manutenção de suas frotas.

No sistema Octopus coleta de dados, várias tarefas eram realizadas, incluindo abastecimento, lubrificação, geração de solicitação de manutenção, criação e apontamento das ordens de manutenção, apontamento das ordens geradas pelo plano de manutenção e consultas detalhadas dos equipamentos.

Cliente 1: Indústria de Fabricação de MDF em Curitiba

Desafios do cliente.

Durante o processo de migração para o SAP 4/HANA, a indústria de fabricação de MDF enfrentou diversos desafios, incluindo:

Redução de funcionalidades no aplicativo: O aplicativo fornecido pelo SAP para apontamento não possuía todas as funcionalidades que o sistema Octopus coleta de dados oferecia, como execução offline, usabilidade, gestão das atividades e integração com sistema de gestão de divergência.

Reduzir impacto operacional: O objetivo do projeto era minimizar os impactos operacionais durante a migração e manter o mesmo sistema, ampliando seu uso como uma excelente alternativa.

Crescimento da empresa x custo: Com planos de expansão para os anos seguintes, a indústria buscava evitar um aumento significativo nos custos com o uso do sistema de apontamento no SAP.

Custo de customização: A customização do sistema SAP para atender a alguns detalhes específicos do processo teria um custo superior ao mesmo desenvolvimento no Octopus coleta de dados. Além disso, o sistema Octopus coleta de dados oferecia maior facilidade para customização.

Solução Proposta.

A solução proposta foi manter o sistema Octopus coleta de dados para a manutenção de frota e ampliar seu uso para a área industrial, unificando as tarefas de apontamento em um único processo. Dessa forma, o cliente obteve os seguintes resultados:

Funcionalidades especializadas: O Octopus coleta de dados ofereceu recursos específicos para o gerenciamento das atividades, permitindo um apontamento mais preciso e eficiente das atividades de manutenção.

Integração completa: O Octopus coleta de dados foi totalmente integrado ao SAP.

Escalabilidade: O sistema Octopus coleta de dados foi capaz de lidar com o crescimento contínuo da indústria, fornecendo suporte adequado sem grande aumento de custos.

Usabilidade: O Octopus coleta de dados foi desenvolvido para facilitar o uso pelos técnicos.

Cliente 2: Porto região norte de Santa Catarina

O Porto privado no norte do estado de Santa Catarina também enfrentou desafios durante a migração do Totvs linha Datasul para o SAP Standard. Antes da migração, eram realizadas tarefas como abastecimento, criação e apontamento das ordens de manutenção, lubrificação, consultas detalhadas dos equipamentos e requisição de matéria-prima, inclusive em períodos fora do horário comercial.

Desafios do cliente

  • Limitação do SAP standard: O SAP standard não possuía um sistema específico para o controle de pneus, um dos maiores custos operacionais do porto, o que era disponível no Totvs linha Datasul.
  • Resistência da equipe: Os técnicos resistiram à mudança do sistema de apontamento oferecido pelo SAP devido à usabilidade.
  • Trabalho offline: O porto não possuía acesso à rede em toda a sua estrutura física, exigindo que o sistema de apontamento funcionasse de forma offline.
  • Manutenção da estrutura física: O módulo de manutenção industrial no Totvs linha Datasul gerenciava toda a manutenção da estrutura física, e esse processo deveria permanecer no SAP.
  • Requisição de material: A utilização de materiais do almoxarifado fora do horário comercial não era atendida por um profissional disponível, os materiais eram entregues e o apontamento ficava pendente no sistema Octopus coleta de dados para finalizar no dia seguinte. Essa necessidade não era atendida pelo SAP.
  • Indicadores do plano de manutenção: O cliente precisava de uma consulta gráfica para apresentar a situação atual dos equipamentos e projetar a próxima manutenção, permitindo o planejamento da parada. Essa funcionalidade não estava disponível no SAP Standard.

Solução Proposta

Para atender aos desafios do cliente, foram implementadas diversas funcionalidades no sistema Octopus coleta de dados:

  • Consultas gráficas para gestão do plano de manutenção: Foram projetadas datas para manutenção, permitindo o planejamento das paradas do equipamento.
  • Módulo para gestão de pneus: Esta funcionalidade permitiu o controle de informações sobre os pneus, como localização, rodízio, consumo, desgaste, manutenções realizadas, entre outras.
  • Controle abrangente da frota: O sistema ofereceu uma visão completa da frota do porto, facilitando o controle e o planejamento das atividades de manutenção.

Benefícios e Resultados

Com a adoção do sistema Octopus coleta de dados, o Porto de Itapoá obteve os seguintes benefícios:

  • Continuidade do mesmo padrão operacional na área de frota que possuía no Totvs linha Datasul.
  • Ausência de insatisfação na equipe com a mudança do sistema.
  • Ampliação do uso para apontamento e gestão da manutenção predial.
  • Controle do estoque mantido, inclusive com a coleta de dados para inventário pelo sistema Octopus coleta de dados.

Conclusão

A expansão do uso do sistema Octopus coleta de dados durante a migração para o SAP foi uma decisão justificada pelos custos envolvidos e pela facilidade de customização adaptada ao operacional do cliente.

Os benefícios obtidos, incluindo maior eficiência, integração completa, tomada de decisões embasadas em dados e redução de custos, destacam a importância de uma solução especializada e personalizada para o gerenciamento de frotas nessas organizações distintas. A parceria entre os clientes e nossa empresa possibilitou a superação dos desafios e a obtenção de resultados positivos para ambas as empresas.

A migração bem-sucedida do sistema de apontamento para o Octopus coleta de dados permitiu que ambas as organizações atendessem suas necessidades específicas e enfrentassem os desafios relacionados ao controle de suas frotas e processos de manutenção. Ao manter o sistema de apontamento na indústria de fabricação de MDF e ampliar seu uso para a gestão da manutenção industrial, a indústria obteve uma solução mais eficiente e adaptada ao seu crescimento planejado.

No caso do Porto em Itapoá, o Octopus coleta de dados ofereceu uma solução customizada e abrangente, que incluía gestão de pneus, controle de estoque e consultas gráficas para o plano de manutenção. Isso permitiu ao porto manter a operacionalidade e a eficiência de suas atividades, mesmo durante a migração para o SAP, superando os desafios específicos que enfrentava.

Em ambos os casos, os benefícios obtidos demonstraram que a escolha de uma solução especializada e customizada é fundamental para o sucesso da migração para um novo sistema, especialmente quando se trata de gerenciamento de frotas e processos de manutenção.

Recomendações

Com base nos resultados obtidos, fica evidente a importância de considerar as necessidades específicas de cada cliente durante a migração para um novo sistema. Algumas recomendações podem ser feitas:

  • Avaliar as funcionalidades do sistema atual: Antes da migração, é essencial avaliar quais funcionalidades são essenciais para o cliente e garantir que o novo sistema atenda a essas necessidades.
  • Customização adequada: Caso o sistema padrão não atenda a todas as necessidades do cliente, considerar a possibilidade de customização para garantir que o sistema se adapte ao fluxo de trabalho e processos específicos da organização.
  • Integração com outros sistemas: Garantir que o novo sistema seja perfeitamente integrado com outros sistemas utilizados na empresa, evitando lacunas de informações e dificuldades de comunicação entre departamentos.
  • Facilidade de uso: Um sistema de apontamento e gestão deve ser amigável e de fácil uso para os técnicos e funcionários envolvidos, garantindo a adesão e minimizando a resistência à mudança.
  • Considerar custo-benefício: Avaliar cuidadosamente o custo-benefício da migração, considerando tanto os custos financeiros quanto os benefícios operacionais que o novo sistema proporcionará.

Com essas recomendações em mente, é possível garantir uma migração bem-sucedida e obter os melhores resultados para as empresas, garantindo a eficiência e eficácia das operações de gerenciamento de frotas e manutenção industrial.

Qual é o maior obstáculo do Janeiro Branco que as empresas enfrentam?ate-onde-voce-sabe-sobre-o-janeiro-branco

Até onde você sabe sobre o janeiro branco?

Quando se fala de saúde, o que vem em mente é algo relativo ao corpo, como uma boa alimentação e atividades físicas. Com isso, a saúde mental, se não é esquecida, fica em último plano.

Por isso, o janeiro Branco diz respeito a uma campanha criada por psicólogos de Uberlândia/MG para conscientizar, combater preconceitos e mudar padrões.

A cor branca foi a escolhida pelo fato de toda cor poder surgir a partir do branco, proporcionando colorirmos nosso dia a dia com a tonalidade desejada.

Já o janeiro, se dá ao fato das pessoas estarem mais dispostas a pensarem sobre suas vidas, relacionamentos, sentimentos e tudo ao seu redor e como uma folha em branco, podem se inspirar a reescreverem sua história.

A campanha tem por objetivo chamar a atenção para questões relacionadas a saúde mental e emocional e promover a mudança de vida, a busca pela felicidade, mostrando que a vida é feita de ciclos e com esforço, podemos encerrar as fases ruins e iniciar as que nos trará alegria.

Saúde mental nem sempre foi levada a sério. A iniciativa mostra a necessidade das pessoas falarem sobre o assunto, mas que muitas vezes sentem vergonha de serem julgadas.

Qual é o maior obstáculo do Janeiro Branco que as empresas enfrentam?

Ter funcionários adoecidos e afastados gera um enorme problema para a empresa. Se não há preocupação com a saúde mental do pessoal, favorece em prejudicar o rendimento empresarial.

Quando a empresa não tem hábitos de bem-estar, prefere o lucro a saúde da equipe. Assim, estresse, ansiedade, depressão e outras doenças mentais expõem baixo desempenho, reduzindo rendimento e sobrecarregando outros profissionais, que podem também prejudicar a saúde mental devido sobrecarga, mais pressão, etc.

Se a organização quer um ambiente saudável, valorizando a saúde e bem estar dos profissionais, precisa ter planos e ações para impedir e tratar da saúde mental. Incentive a ampla troca de ideias para que os funcionários sintam-se agradáveis em repartir qualquer tipo de concepção.

É de grande relevância a organização ter métodos preventivos para contribuir com a saúde e bem estar físico e emocional de seus funcionários.

Uma pessoa que está bem física e emocionalmente têm mais foco, motivação, fica menos ausente no trabalho além de ser mais produtivo e diminui a rotatividade de pessoal na empresa.

Obter ações focadas na saúde mental coopera no combate às doenças mentais, ligado a qualidade de vida. Desse modo, é crucial atuar de forma eficaz na conscientização sobre o poder de cuidar da saúde mental.

Dezembro laranja: a entrega dos EPIs e o câncer de pelea-entrega-dos-epis-e-o-cancer-de-pele

Dezembro laranja: a entrega dos EPIs e o câncer de pele

O câncer de pele é o mais frequente no mundo, sendo mais comum em pessoas acima dos 40 anos e a principal causa é pela alta exposição ao sol. Só no Brasil, representa 33% de todos os diagnósticos de câncer sendo registrado quase 190 mil novos casos por ano.

Em 2014, a Sociedade Brasileira de Dermatologia criou o dezembro Laranja, uma campanha com o propósito de prevenir e alertar sobre o câncer de pele. Escolheu-se esse mês e cor por lembrar de sol e corpos bronzeados do verão.

Para se prevenir, é essencial evitar se expor em excesso ao sol, sobretudo entre 10hr e 16hr, e proteger a pele com corretamente com camisetas, mangotes, chapéus e óculos escuros.

Usar filtro solar diariamente, independente de ir ao sol ou não, também se faz essencial devido raios UVA e UVB, sendo necessário reaplicar mais vezes ao dia. Se possível, evitar realizar as atividades nas horas mais quentes do dia e caso não der, procure locais com sombra.

Para proporcionar a prevenção e saúde de sua equipe, uma boa ideia é realizar campanhas e ações sobre o tema

Pode-se usar cartazes e e-mail institucional, que cooperam para bons resultados, combinando desenhos com frases curtas para maior alcance. Não importa a forma de apresentação, desde que levado adiante a ideia de cuidado preventivo.

É possível também realizar pequenas palestras sobre o assunto, para assim orientar com mensagens rápidas e construir uma cultura de prevenção e zelo com a saúde. O objetivo da campanha já é alcançado se chamado a atenção sobre o fato que iniciativas pessoais podem ser tomadas por todos.

A organização pode usar dessa campanha para mostrar aos colaboradores que os riscos ocorrem em qualquer local e no ano todo, não apenas no verão, época essa em que muitos entram em férias e viajam. Vale lembrar que o câncer de pele é o mais comum e como não tem sintomas evidentes, é mais difícil de identificá-lo.

É importante também entregar corretamente os EPIs ao pessoal que realiza funções que contribui para o câncer de pele, como os expostos ao sol. Sobretudo por surgir condições como ressecar e queimar a pele, desidratação e desmaios.

Atividades com muita exposição ao sol, que inclui algum risco ao trabalhador, deve ter o auxílio de EPIs, conforme o risco de cada situação, garantindo a saúde e proteção do empregado, evitando situações desagradáveis.

É relevante ter outros cuidados como fornecer protetor solar, em especial aos que ficam com alguma parte do corpo descoberta mesmo com demais EPIs e lembre-os de reaplicar a cada 2hr. Leva-se em consideração que nem todos trazem esse hábito de casa.

E se não for possível realizar os serviços fora do período de maior incidência solar, mantenha espaços como toldos, para que a equipe possa realizar as pausas em sombra.

Disponha também de água fresca e incentive o pessoal a bebê-la, pois a transpiração excessiva resulta em desidratação, além de orientá-los a ter boa alimentação e realizar pausas durante longos períodos no sol.

Fique atento aos funcionários com maior risco ao câncer de pele, que é o caso de quem tem cabelos, olhos e pele claros ou com histórico na família.

Mas no que a Sensus pode te ajudar?

É nítido a relação do dezembro laranja com áreas de saúde e segurança do trabalho, especialmente nos trabalhos externos, onde há grandes riscos de danos aos empregados, podendo ser irreversíveis. Não basta evitar danos diretos ao corpo, mas deve-se pensar na prevenção da saúde como um todo.

O trabalhador exposto a fatores como incidência solar afeta notavelmente o bem-estar, colaborando para menor rendimento, tendo de se ausentar. É importante evitar o câncer de pele e outros problemas vindo da exposição ao sol, sendo que o investimento em EPIs e processos seguros fazem toda diferença para salvar vidas.

Você sabia que pode entregar esses EPIs sem muita papelada e otimizando o tempo da equipe? Os mesmos são responsáveis por várias outras atribuições além de entregar, controlar e monitorar o uso dos EPIs e para otimizar o tempo das áreas, a Sensus pode te ajudar a colocar isso em prática, levando em conta a legislação vigente e o efeito que eventuais ações trabalhistas podem acarretar sobre a empresa, caso não seguida corretamente.

Se sua empresa possui alto volume de entregas de EPIs diariamente e tem dificuldade em controlar estoques e baixas no sistema, fale conosco!

 

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Sinais de que sua empresa precisa de gestão sem papelsinais-de-que-sua-empresa-precisa-de-gestao-sem-papel

Sinais de que sua empresa precisa de gestão sem papel

Imagine realizar a administração da sua empresa sem utilizar papel e obter vários benefícios com isso. Iremos falar sobre essa prática que muda muito a sua empresa e entenda por que investir na gestão sem papel.

Invista na gestão sem papel!

O papel foi por muito tempo a base da comunicação, mas com a tecnologia evoluindo, houve uma certa preocupação do publico e o gerenciamento de dados está indo por outros caminhos.

O principal motivador para diminuir o uso do papel é por sustentabilidade, devido aos recursos do planeta para tal, e por custo X benefício. Com uma administração via sistema, além de diminuir o custo com papéis, não precisará se preocupar com espaço para armazená-los e nem tanto lixo.

Além disso, optar por uma gestão sem papel é uma ótima iniciativa para atrair o publico e indicar que a empresa partilha da preocupação ambiental, tornando-se aos poucos uma obrigação.

Vale lembrar que os clientes estão ficando mais exigentes ao escolher com quem irão fazer negócios.

A qualidade do produto é fundamental, mas muitos clientes se sentem mais íntimos em negociar com empresas que partilham dos mesmos valores. Uma gestão sem papel se torna um diferencial competitivo para toda empresa, tendo em vista que o publico está mais interessado em sustentabilidade e utilizar dos recursos de forma inteligente.

De início, eliminar papéis se torna eficiente pois os sistemas que o substituem permite um trabalho mais rápido e fácil, já que contam com automação, armazenagem e troca de dados mais acelerado e direto. No geral, toda a equipe compartilha de um único sistema com documentos padronizados, podendo acessá-los de onde estiver e a qualquer momento.

E quando for necessário procurar alguma informação, enquanto no papel se torna demorado, podendo sofrer com documentos perdidos ou colocados em local errado, no digital se torna mais prático e rápido, levando apenas alguns cliques.

Outro ponto a considerar é segurança, começando pelos níveis de acesso serem mais rígidos e limitados para quem realmente poderá ter acesso.

E ainda, o papel está mais disposto a acidentes, podendo rasgar, molhar, perdê-lo, sujeiras entre outras situações possíveis. No caso da automatização, conta com armazenamento em nuvem e opções de backup.

Por fim, há economia que só se percebe quando se faz as contas ou há substituição

Mesmo sendo algo barato, não é só o papel que conta pois há grampos, tintas, espaço de armazenamento. Por vezes, esses itens precisam ser ampliados ou contratado empresa terceirizada e vários outros fatores a serem considerados. Juntando essas situações, há um alto valor agregado.

E um benefício decisivo para tal é o aumento de produtividade, tendo em vista que os processos são otimizados e feitos com eficiência, incluindo a transmissão de dados. Isso inclui que qualquer evento pode ser enviado automaticamente para o eSocial sem necessitar perder tempo com soluções burocráticas.

Portanto, é essencial treinar seus colaboradores e conscientizá-los do quão importante é esse processo. É um desafio a ser abraçado por toda a empresa, devendo ter a cultura de diminuir o uso de papéis e priorizar recursos digitais.

Basta unir a conscientização com um sistema amplo para permitir que sua empresa tenha uma gestão sem papéis e com todas as aplicabilidades que necessita. Para isso, procure por um sistema completo conforme sua demanda.

Você consegue perceber esse investimento? Sua empresa é capaz de encarar esse estágio? Confira nossos produtos e veja no que a Sensus pode te ajudar.

Case de sucesso: melhoria nos processos da PERFIPARcase-de-sucesso-perfipar

Case de sucesso: melhoria nos processos da PERFIPAR

Sempre buscamos levar o melhor suporte e processos aos clientes, com aceleração e efetividade. Um de nossos clientes, por exemplo, é a PERFIPAR e iremos compartilhar a melhoria percebida em seu processo conosco, através do Octopus.

Como era o processo antes do projeto?

Primeiramente, entendemos que os apontamentos eram em papel, com uma planilha para indicar tempo de produção e parada de cada máquina. Além disso, havia outra indicando o que estava produzindo, com dados do peso da balança, largura de cada bobina e quantia produzida.

O processo era por papel, para depois incluir no sistema. Assim, em certos períodos do dia a área de PCP pegava as planilhas com apontamentos, conferia os valores para detectar algum erro e antes da digitação fazia o cálculo do refugo ou subproduto no processo de produção de cada ordem.

Então, após a conferência era feito o apontamento da produção abrindo no sistema ordem a ordem para digitar a quantidade produzida e tempo de produção ou parada de cada máquina da ordem de produção.

Por fim, a identificação de produtos para estoque e clientes também era por etiquetas manuais anexadas às bobinas ou tubos produzidos. Para apontar o peso de cada item precisava fazer a divisão do peso pela quantia de bobinas com calculadora.

Houve dificuldades durante a implantação? Quais foram?

A dificuldade foi transportar para um sistema de terminais de apontamento um processo que ficasse prático aos operadores da linha de produção usarem. Foram feitas várias reuniões e testes para deixar as telas do sistema o mais usuais possíveis, porque a produção segue um fluxo muito rápido e os usuários precisam ter dados claros para executarem a produção corretamente.

Como ficou o processo depois da implantação?

O projeto do Octopus Manufatura foi dividido em três etapas: 

Assim, o que era executado em papel agora é feito em dispositivo com terminal de apontamentos Octopus, sendo possível consultar planos, ordens e sequência de produção de cada uma delas.

Os apontamentos de tempo de máquina, parada e produção, são capturados diretamente da máquina e o operador acessa o terminal de apontamentos para registrar o tipo de parada que está ocorrendo.

Então, para manter a rastreabilidade do processo, no início da produção informa-se os lotes das bobinas que estão entrando na máquina para serem processadas, feitas por leitura de etiquetas de código de barras impressas também pelo Octopus.

Os apontamentos feitos têm um cálculo de consumo de matéria prima, sendo possível saber o lote que foi usado para produzir itens acabados. No apontamento da produção, informa apenas a quantia de bobinas que está sendo pesada. Afinal, todo cálculo de peso médio e impressão de etiquetas de identificação dos itens é feito por terminal de apontamentos. 

No fechamento do plano de produção são feitos cálculos para o operador confirmar quantidades geradas de subproduto ou refugo geradas para o plano. O terminal de apontamentos já traz os cálculos prontos para que o operador faça a conferência deles antes do fechamento.

Dados gerados no terminal são enviados ao ERP, já fazendo movimentação de itens acabados. Gerando saldo em estoque, é feito o consumo da matéria prima dos lotes que entraram fisicamente na máquina, registro de refugo, subprodutos e de tempos de parada e produção das máquinas. Tudo feito automaticamente pela engine de processamento de integração do Octopus.

Qual ganho a Perfipar obteve com essa implantação?

Os processos feitos no papel agora são via sistema. Desde a entrada da matéria prima na primeira máquina até a saída do produto acabado para o estoque.

É possível ter rastreabilidade do processo de produção dando mais garantia no consumo dos lotes e todo o controle de apontamentos da produção é feito via sistema e os dados gerados são de fácil acesso para consulta no portal do Octopus.

Cada processo de produção tem terminal de apontamentos personalizado, permitindo que regras específicas do processo produtivo sejam tratadas de forma otimizada, adaptando a solução do Terminal Octopus para a linha de produção.

A integração dos dados de apontamentos com ERP eliminou a necessidade de digitar os mesmos. A impressão de etiquetas para identificar os item via sistema elimina erros que ocorriam nas escritas à mão. O sistema controla o funcionamento da máquina com horários de início e fim da operação, dando confiança aos tempos apontados, diminuindo a quantia de impressões.

Qual o grande diferencial neste projeto?

Em conclusão a todo esse processo, houve um grande trabalho entre Perfipar e Sensus para reunir os dados vitais e criar um sistema de uso simples que atenda todas as exigências da Perfipar.

Os rollouts do projeto seguiram o fluxo do processo. Primeiro, foi feito nas máquinas do início da produção e após a validação e firmamento do mesmo. Então, partiu-se para finalização da próxima etapa, dando mais segurança para uso do sistema, sem impacto significativo nos primeiros dias de uso do novo sistema.

Assim, os treinamentos no sistema contou com a presença da equipe de operação e coordenação, o que ajudou muito para todos terem a certeza do funcionamento do sistema. Antes de entrar o ambiente oficial, era reservado um tempo para equipe de operação usar o sistema em ambiente de homologação e tirar dúvidas.

Todo esse engajamento de todas as áreas da Perfipar facilitou muito o início da utilização do sistema.

E você, quer fazer parte desta transformação com a Sensus também? Então veja o que podemos fazer por você na nossa página de Manufatura  e Coleta de Dados.

Conheça as vantagens de contar com um suporte técnico diferenciadoconheca-as-vantagens-de-contar-com-um-suporte-tecnico-diferenciado

Conheça as vantagens de contar com um suporte técnico diferenciado

Empresas passaram por ampla automação de ações rotineiras, com difícil mudança em como sólidos processos são guiados, além de reformular atuação da equipe nesse cenário, com o suporte estratégico otimizando ações e como início para várias concepções é essencial inovar.

Não basta incluir tecnologia na empresa visando resultados, sem qualquer iniciativa voltada ao uso correto das ferramentas, sendo um diferencial considerar o suporte especialista. Tendo que investir em novas tecnologias para se aliar a transformação digital, ter suporte especialista é cada vez mais buscado, pois há diversos benefícios obtidos:

1. Experiência significativa:

O suporte especializado mostra que contratar serviços com boas tecnologias não é suficiente. Para agregar valor ao negócio, ter apoio certo faz diferença e ter relação próxima funciona como alavanca para atingir objetivos. Assim, a experiência com serviço contratado se transforma, já que o suporte técnico colabora para aumento da qualidade das atividades do negócio.

2. Ganho em tempo com profissionais capacitados:

Um serviço de alto nível depende de pessoal qualificado e conta com suporte técnico de excelência, já que ao contratar algo, ninguém quer ficar de mãos atadas ao surgir empecilhos. O intuito de investir em suporte especializado é a rapidez e total domínio sobre tecnologias contratadas, com problemas mais sérios resolvidos com facilidade e já no início, sem perder tempo em contornar o caso ou obter caminhos de resolvê-lo. Além de que com o suporte especialista, há controle e registros claros de erros e sabe o que fazer e assim, o cliente foca no mais importante.

3. Custo x Benefício, sustentação e melhor gestão no negócio:

Quando há pessoal de TI sem alta demanda, há mão de obra supérflua. Reduzir nisso e contratar suporte especialista é garantir análise técnica, evitando certos problemas que possam surgir e abolir gastos com certos mecanismos. No momento que o cliente consegue terceirizar o suporte, fica bem mais acessível ele focar no negócio principal e passa a ter seus serviços de modo otimizado e estruturado.

4. Prevenção e resolução de riscos:

O essencial ao contratar suporte especialista é sanar problemas rápido, seguro e eficaz e permite prevenção de possíveis objeções e com isso tem meios de monitoração adequada e os riscos são identificados e resolvidos antes mesmo dos usuários finais perceberem.

5. Melhores práticas no mercado e rápida implantação:

O investimento, tempo e energia expostos no implante do sistema especialista é inferior a implantar um genérico pois o mesmo já sabe os quesitos e se encaixa melhor nos processos, sem muitos ajustes. Além do retorno de investimento ser rápido, dando segurança e clareza no uso do sistema, pois usuário e software falarão a mesma “língua”. E por fazer parte de outras empresas do ramo, facilmente alcança melhores práticas no segmento em que está inserido, melhorando desempenho de equipe.

6. Suporte entendedor e eficiente:

O especialista atua em precisões e se preocupa em atender cada detalhe, partindo do avanço do software feito por quem sabe dos processos e já teve relações com o setor e não é diferente no suporte, composto por quem entende, e ocorre de forma mais eficiente e assertiva.

7. Segurança e olhos para o futuro:

Quem têm um sistema especialista no setor sempre estará preparado, como ao surgir algo bom ao segmento, o suporte especialista adota a prática mais rápido e por meio de feedbacks e pesquisas com usuários, realiza atualizações e melhorias que atendam novas técnicas que podem, inclusive, serem exclusivas da fábrica. Ao buscar o software no mercado, é possível vê-lo atuando em outras empresas, comparando cases e dando segurança de que também irá funcionar dentro da empresa. Vale ressaltar que antes de implantar o sistema, é preciso ver qual solução mais indicada ao perfil da empresa.

8. Monitoração em tempo real com apoio em ocorrências do cotidiano e ganho em produção:

Identificando a falha com atraso, há maior prejuízo e não há tempo de ficar tentando entender o que está ocorrendo e caçando problemas, tendo sufoco como queda na produção. O suporte especializado sempre acompanha a empresa, monitorando em tempo real e com técnicos ao dispor 24hr/dia, garantindo apoio em ocasiões do cotidiano e em caso de falhas, é corrigido de imediato. De nada adianta ter que esperar para obter ajuda do suporte, tendo que interromper processos, parando execução do negócio, mas com suporte diferenciado, mantém a produção sempre em alta, pois garante a continuidade das operações.

9. Comunicação rápida e multicanal, com análise precisa traz ganho de assertividade:

Outros ganhos só se fazem presentes se houver conversa rápida, o que depende da estrutura de atendimento e vários canais de contato. Se o avanço tecnológico está cada vez mais presente, é comum que certas empresas tenham impasses em dar iniciativa pois nem todos têm expertise quanto implantar sistemas automatizados. Outro fator é garantir que essas soluções operarão devidamente, sempre com respaldo de equipes certas para superar problemas futuros. Nenhuma empresa está sozinha nessa transição, por isso existem serviços de suporte que podem assumir a ordem técnica, enquanto o cliente centraliza esforços no que realmente importa, trazendo estabilidade para identificar principais falhas internas.

10. Possível responder à demanda de dados:

Os dados protagonizam uma linha essencial da inovação e com evolução do negócio, espera-se evolução do volume de dados, desafiando poder de armazenagem e segurança da infraestrutura construída. É vital o gestor ter total certeza de que os dados são manuseados com responsabilidade, clareza e concessão, seguindo princípios legais da LGPD. Tal como sob plano de fundo de um fluxo informativo apoiado por meios de onboarding digital, é possível otimizar processos com agilidade, precisão e escalabilidade, sem necessidade de se ter gastos excessivos.

11. Suporte como princípio de cibersegurança:

Debater a relevância dos dados para empresa vai de encontro ao essencial, cibersegurança. Não importa o porte do negócio, priorizar a integridade de dados armazenados é um objetivo a ser partilhado por todos, sem exceção. Contar com suporte especialista e uso de meios customizados e robustos, capazes de consolidar estrutura responsiva e orientada à segurança de dados, abre-se portas para nova era de eficiência operacional, aproveitando ao máximo os benefícios ligados à inovação.

12. Otimização de custos em contratações:

Outra vantagem do suporte especializado é redução de custo da mão de obra pois não precisará de um grande time de TI na empresa, sendo possível contar com atendimento e especialidades específicas, que não existem em seu quadro de funcionários, gerando economia. 

13. O que esperar do suporte especializado?

É um grande diferencial que pode-se oferecer visando relação de confiança e segurança, sendo reconhecido no reparo da escalabilidade, clareza e integridade do negócio. É um autêntico recurso, no qual o técnico está preparado e disponível para atender projetos de forma personalizada para apresentar melhores soluções e garantir bons resultados.

 

Quer saber como podemos ajudar? Acesse https://sensustec.com.br/servicos-sensus/